Orientação Profissional para jovens: amenize conflitos e alcance objetivos

Quando um jovem se depara com a escolha de uma profissão, esta é a hora certa para a Orientação Profissional!

A Adolescência é uma idade onde naturalmente surgem conflitos. A dificuldade estende-se da própria pessoa para a família, escola, relacionamentos em geral. É a fase de buscar identificação, de reunir-se em grupos. Trata-se de um momento onde o ser humano sente falta de identidade, pois não é uma criança sem autonomia e indefesa, e ao mesmo tempo, não é um adulto autônomo e com plenas condições de decidir sua vida. Vale ressaltar que, mulheres e homens, por diversos fatores, são afetados de maneira diferente na Adolescência.

Vocacional

Momento crítico de grandes influências

Nesse momento de contexto emocional complexo surge a questão da escolha profissional. Em meio às cobranças da escola e a angústia da fase vivida, o adolescente se depara com uma necessidade de escolha que, certamente, trará consequências. As escolhas fazem parte da vida, estão presentes no cotidiano e para cada uma delas há um resultado. Por exemplo: podemos programar o que fazer em um feriado e vivermos aquilo ou podemos, simplesmente, fazer o que aparecer na hora. Essas são escolhas diferentes e geram resultados diferentes.

Em tempos de relações tão corrompidas pelas drogas, violência, entre outros, não é fácil lidar com os filhos, mas o projeto futuro deles é importante e deve ser alvo de atenção dos pais. Estes precisam confiar na educação básica que deram em casa e na escola, bem como no filho e em sua capacidade de fazer escolhas baseadas nos seus desejos e que poderão conduzi-lo ao sucesso, ainda que sejam escolhas diferentes da expetativa da família.

A profissão dos pais influencia na escolha do filho?

O renomado autor chamado SOARES (2002) acredita que influencia sim, e de forma decisiva, na maneira como o jovem representa o mundo do trabalho. Esse fator não significa exatamente um problema, mas pode se tornar, por isso é preciso que os filhos saibam que têm o direito de escolher independente da vontade dos pais.

SOARES (2002) também afirma que internalizar o projeto dos pais é uma luta sempre presente para o jovem. Vários adolescentes contam que pelo fato de a família ser proprietária de um negócio em determinado segmento, tentam convencê-lo a cursar algo na mesma área. O que também acontece é um jovem ouvir os pais reclamarem diariamente da profissão e não optar por um curso na mesma área.

Importantíssimo ressaltar que a participação da família nessa fase da vida do jovem é muito importante. Apoio, informações e encorajamento fazem sempre bem e ajudarão o jovem a se sentir capaz e preparado para assumir suas próprias escolhas.

Qual é o ponto de partida para uma escolha mais feliz?

O jovem profissional deve entender que a escolha, às vezes, não é definitiva e única! Por isso, pode ficar tranquilo e encorajado para correr algum risco, pois a qualquer momento pode fazer novas escolhas.

Outro ponto importante é o autoconhecimento. O jovem deve se atentar para as matérias das quais mais gosta de estudar, quais são suas habilidades e o que faz com facilidade. Aquele que se conhece consegue fazer escolhas com maior assertividade.

É possível que nessa fase o jovem precise de ajuda. Para isso pode contar com profissionais da área, que facilitam o momento da escolha. O processo de orientação profissional ajudará o jovem a identificar as potencialidades e aspectos a desenvolver, a descobrir novos talentos e a aproximar da área de interesse para que a escolha seja mais consciente.

Realização Profissional

As formas de trabalho deixaram de ser sinônimo de segurança

Ao iniciarem os investimentos em suas carreiras, as pessoas em geral, trazem uma expectativa de satisfação e realização no trabalho, bem como a obtenção de benefícios, mas, principalmente os mais jovens, têm interesse em aprender e se desenvolver. Alguns adiam a sua entrada no mercado de trabalho para se prepararem melhor, inclusive retardam sua entrada na faculdade, e ao mesmo tempo atrasam sua saída atuando demasiadamente como estagiários durante mais tempo que o necessário. Fazem isto acreditando que se sentirão mais seguros e aptos aos desafios.

A economia global mudou, as empresas mudaram e o emprego também. As formas de trabalho deixaram de ser sinônimo de segurança. O período de permanência nas empresas ficou mais curto e as exigências aumentaram. O gestor, que fazia executar e respondia pelo resultado agora também “põe a mão na massa”, respondendo pelo resultado do seu próprio trabalho e da equipe. É  hora de entender o que as empresas querem e o que os jovens desejam e saber como casar isto bem.

Como está o mercado de trabalho nos dias de hoje?

Ter boa empregabilidade é ter facilidade para conseguir e se manter no emprego ou trabalho. Está em curso uma transformação na forma de conceber o envolvimento dos trabalhadores com o trabalho que impacta na concepção tradicional de carreira. Aos poucos veio surgindo uma nova cultura que tem na empregabilidade sua melhor tradução. O vínculo empregatício está cedendo lugar para novos modelos de relacionamento profissional, e, para acompanhar as exigências tecnológicas, os trabalhadores precisarão reciclar-se, manter seus conhecimentos atualizados e desenvolver novas habilidades. Trata-se de uma revolução nos conceitos e comportamento, que contraria décadas de educação e treinamento.

As empresas oferecem as oportunidades de realização, remuneração, crescimento e desenvolvimento. Aos funcionários cabe definir qual é seu projeto de vida e de carreira. As exigências são cada vez maiores e qualificação permanente deixa de ser a exigência básica da contratação, mas um movimento contínuo e individual em direção à conquista de novas habilidades.

O que as empresas esperam x o que os jovens querem?

Empresas

Competências técnicas e comportamentais continuam valorizadas. Entretanto, o equilíbrio emocional para trabalhar sob pressão e a capacidade de decisão são competências esperadas em todos os níveis hierárquicos. Para os leais e aptos, o investimento nas pessoas estará disponível, mas as empresas também valorizam as atitudes dos que investem na própria carreira. Os jovens nem sempre sabem aonde querem chegar, e as empresas desejam profissionais que saibam muito bem onde querem chegar.

Profissionais

Eles estão sabendo cada vez mais cedo aonde querem chegar, porém, ficam muito confusos em como chegar lá. Falta muitas vezes a orientação adequada do que devem fazer para alcançar seus objetivos. Focam em resultados e esquece-se da dedicação na construção de fatores favoráveis. O alinhamento é fundamental para não se incorrer no erro dos extremos e alcançar o tão sonhado sucesso.

Espera-se uma nova atitude frente ao trabalho: comprometimento com suas escolhas

A carreira passa a ser uma construção, individual, baseada nas escolhas e decisões pessoais. Assim o trabalhador é o único responsável pelos fracassos e sucessos obtidos. Não há mais espaços para aqueles que, de braços cruzados, ou mesmo os inconstantes e “perdidos”, esperam que a empresa se responsabilize por seu crescimento.

Jovens profissionais precisam estar ligados emocionalmente ao propósito da empresa! Os pais muitas vezes não conseguem orientar seus filhos neste sentido. Profissionais de recursos humanos bem treinados possuem técnicas comprovadas cientificamente. Eles podem avaliar o perfil destes profissionais e direcioná-los de forma mais eficaz. Daí tamanha a importância da procura de uma empresa conceituada para a orientação de carreira.

Carolina Salvo

Consultora de Carreira e Coach – Orientação Profissional

 

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